NAT-2 – Teste de Sensibilidade a Isoniazida

 A isoniazida é geralmente administrada de forma oral, sendo rapidamente absorvida através do trato gastrintestinal. Cerca de 75% a 95% de uma dose de isoniazida são excretados na urina em 24 horas, principalmente na forma de metabólitos. A biotransformação é hepática, por acetilação, sendo a N-acetiltransferase 2 a principal enzima responsável pelo metabolismo e inativação da isoniazida no organismo humano.

 

Mutações no gene NAT2 levam a 3 perfis genotípicos de acetilação que alteram os níveis séricos do fármaco: acetiladores lentos, intermediários e rápidos, o que pode alterar o desfecho terapêutico. Os indivíduos que apresentam uma acetilação lenta acumulam intermediários hepatotóxicos levando a ocorrência de reações adversas à droga e falha terapêutica. A prevalência de acetiladores lentos varia de 10-20% entre japoneses, 50-60% entre caucasianos e 90% entre a população do norte da África.

 

Metodologia:

Isolamento do DNA genômico de leucócitos. Amplificação por PCR e minisequenciamento da região amplificada do gene NAT-2 (sete variantes são analisados).


Coleta:

Para realizar o exame é necessária a coleta de sangue periférico ou de saliva em coletor especial (deve ser requisitado à Genomic).


Prazos:

Os resultados são enviados em 15 dias úteis, contados a partir da data do recebimento do material.

 

Para maiores informações e valores entre em contato com a Genomic.